O Tumor do rim surge como uma massa sólida ou quistica complexa no parênquima renal.
Muitos tumores do rim, são diagnosticados numa fase inicial em que não causam sintomas, mas são detetados acidentalmente durante a avaliação por algum outro problema não relacionado. A compressão ou invasão de estruturas vizinhas pode provocar dor (nas faces laterais, abdómen ou costas), presença de massa palpável e sangue na urina (microscópica ou visível a olho nu). Se o cancro tiver metástase (espalhado) para além do rim, os sintomas dependerão do órgão afetado. Em alguns casos, o cancro provoca alterações clínicas ou laboratoriais denominadas síndrome paraneoplásico. Esta síndrome é observada em aproximadamente 30% dos doentes com cancro renal e pode ocorrer em qualquer fase, mesmo aqueles limitados à doença renal inicial.
Infelizmente, não existe nenhuma análise ao sangue ou à urina que consiga detetar diretamente a presença de um tumor renal. Um estudo de imagem é feito quando há a presença de um tumor renal. O primeiro estudo é geralmente uma ecografia ou tomografia computorizada (TC) com contraste. O Tratamento é essencialmente cirúrgico. Nos tumores localizados, é recomendada sempre que possível a nefrectomia parcial, para preservar nefrónios e diminuir o risco de desenvolver insuficiência renal.
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